Prof. Jeferson Botelho
Caráter, ética e valores morais são inegociáveis
Textos

ARREBOL INCANDESCENTE

 

Um raio de luz caiu sobre mim,

Como centelhas, iluminando meu caminho,

Desenhando, à distância, um belo horizonte.

Fui longe, muito distante.

Criou-se uma luz colorida de imaginações.

 

Não pense que foi mero acaso.

Uma folha, uma pétala, não cai simplesmente por cair.

Um arco-íris não risca o céu por riscar.

Contemplação de beleza exuberante.

Simplesmente sublime!

 

Musa especial.

Transmite sensação de prazer.

Maravilhas se revelam.

Não quero sonhar por sonhar, nem acordar desta fantasia.

Quero fechar-me para o mundo externo.

 

Quero viver a realidade policromática.

E, se estou sonhando, não quero acordar tão cedo.

Seria precoce, prematuro.

Perdoe as vicissitudes da vida,

De belas reminiscências.

 

Recomeçaria todo roteiro.

Prometo até o sol, ardente, de raios intensos,

Ou a chuva, se ela cair ao adormecer do dia.

Que poema? Não.

O poeta não sou eu. Rabisco sonhos, refém das emoções.

 

Numa noite, sob um belo horizonte,

Um luar que se forma no arrebol.

O poeta não morre. A cinza da matéria eterniza.

Se, ao anoitecer, não houver estrelas, não se entristeça.

Basta olhar para si mesma, musa Elisabeth

Pois você é uma estrela: fulgurante,

Que espalha ternura, brilho lunar e estilhaços de luz.

 

 

 

 

 

Prof Jeferson Botelho
Enviado por Prof Jeferson Botelho em 17/10/2025
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